quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Metade de mim!


É exatamente assim que me sinto...divida ao meio...
Só eu sei o que tenho passado e vivenciando ao longo destes dias...
Ando aprendendo com muita voracidade coisas que a maioria das pessoas custaria a querer entender...eu não tive escolha, me tornei o alvo principal dos fatos.
Eu perdi a razão de falar e ser, de ver e poder opinar..
Fui incontestavelmente dilacerada, perdi a minha identidade, meus passos e minha longa caminhada...sumiram...nem de pegadas eu pude mais viver....!
Perdi a fala...meu coração o compasso, minhas mãos as forças...meu peito a vontade de manter-se na luta pela vida...
Me vi abaixo de tudo, lacrimejei pela esperança que ainda surgiu em meu rosto...
Perdi...to com o tempo apertando minha garganta...um nó que não desata, que me deixa respirar ....
São pensamentos que me torturam...um futuro que não me deixa em paz....
E eu mesmo que com toda certeza de mim, de minha verdade e contexto...acabo por não ter nada...estar perdida...vivendo uma metade que nem é minha..... e não aguentando mais ficar neste balanço dolorido e maldoso.
Prefiro escolher por guardar coisas boas...lembranças...do que acreditar que amanha acordarei na escuridão de meus pensamentos e medos...assim não sei viver....! Mas eis que algo está faltando, talvez eu saiba onde encontrar, mas ainda esta me faltando procurar...coragem de ver...e aceitar o que diz ....

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Percebendo...


Não me bastou olhar, foi preciso perceber o que queria dizer aquilo... Não estava claro, me causou irritação e me deixou com vontade acabar com tudo, me bastava somente dizer aquela palavra.
Fracassei, não fui capaz de pronuncia-la como gostaria....me deixei envolver pela situação...o que aconteceu? Acabei por perceber realmente o que estava acontecendo...
Não era pouca coisa, mas também não podia fingir que era como antes...me bastava lembrar que me causava um reboliço, a resposta para tudo vinha na ponta da língua...
Bastou sentir, aí perdeu-se qualquer razão...não foi simples assim...a reação era outra, tinha q perceber que era diferente, precisava trocar ali mesmo em cena, e não consegui!
Encantada com a possibilidade de ver com olhos brilhantes, fascinei, sonhei acordada, agradeci com euforia...vivi aquele momento envolvida, de graça e satisfação...
Deparai com a falta de ânimo, de coragem e quis parar, desistir de querer mais, estava cansada...de saco cheio, buscando aquela música que não tocou nenhuma vez....
Queria ter representado, mas acabei fui escrava de mim mesma...fiz cena no meu palco, assisti sozinha meu teatro encabulado e sem perfil!
Acreditei nos aplausos, eles não vieram, perdi o incentivo...percebi dinovo, me envolvi...meu tempo não deu pra nada...
Continuo ensaiando, decorando falas, buscando novas história, chega de esperar a hora do espetáculo, falta muito tempo, eu preciso agora, nesse minuto, tiro certeiro, antes que eu feche a minha cortina , que eu precise encontrar outro palco, outra forma de mostrar, expor, não posso sair daqui sem ter terminado, a próxima cena vai começar, tenho que trocar de roupa, pentear os cabelos, fazer uma nova maquiagem...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Sem rumo certo!

Surpreendida...está e a palavra!

A gente fala que gosta de receber surpresas conhecer o novo, desta vez cai do cavalo, fui surpreendida e acabei sem saber pra onde correr!

Acontecem coisas na vida da gente, que tiram nosso chão, conseguem levar nossa alma pra uma dimensão até então inexistente, passamos a ser quem um dia nem imaginávamos e buscamos poder enxergar sem que possamos nem se quer abrir os olhos.

Se doí poxa se doí...atinge a camada mais profunda, movimenta sensações, sentimentos...valores!
Quando a gente recebe o que não espera, fogem as palavras, os amigos, o respeito , de primeira a gente quer saber de arrumar um meio de ser irrelevante aquilo tudo, depois a gente vai vendo que não resolve ser rude, que mais que muita ação , é preciso reflexão.

Se começa analisar fatos isolados, postura, atitudes e combinações de palavras. Sinais são a grande saída.

Aí a gente pensa: Razão ou emoção? Puta barbaridade! Quem é que nesta hora, saberá dizer que caminho escolher? Fala pra mim...
A gente se sem rumo, sem caminho....e como se em nosso ouvido a todo momento alguém ficasse pedindo faça isso...não faça aquilo, e isso acontece 300 vezes num só dia.

A gente enxerga um pincel gigante desenhando nossa história...mas a gente não tem certeza de que cor vai pintar cada passo.

No meu caso, eu não gosto de sentir raiva, de ser má, acho que não experimentei esta sensação em potencial nunca, mas talvez fosse minha grande resposta, assim literalmente eu mediria os dois lados da moeda, saberia qual escolher.
E se não bastasse ainda tem o tempo que corre e me incomoda brutalmente, eu bem como sou, não sei ter pela metade, ou é ou não é!!!

Nossa e tanta mistura, tanta falta disso e daquilo, também tem excesso disso e daquilo...

Se to bem, até estou, mas não completa e este vazio me deixa insatisfeita, gosto de satisfação!

Se amanhã estará pior, melhor, se vai passar...queria prever...mas to aí, vulnerável, paciente..morrendo de vontade virar esta página, escolher logo minha cor de tinta predileta e pintar meu mundo outra vez! Decorar meu novo caminho!

Se eu já pelo menos escolhi qual? Ah quem dera...

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Uma questão de confiança!

Cansada de tentar achar uma saída, resolve expandir minha analise....

Me dei conta de qual complexa é a palavra Confiança.

Até que ponto podemos mesmo confiar em alguém?

É difícil principalmente pois nunca lidamos com pessoas semelhantes a nossa verdade, cada um já é diferente por si só e isso dificulta ainda mais esta avaliação.

A imagem fala, mas não sustenta o que expressa, mais que também palavras, são necessárias algumas atitudes, vivências, disponibilidade e aceitação.

Ver que ele, ela, haja diferente já não é fácil aceitar , muito menos acreditar em cada passo, cada palavra. As vezes a gente tolera porque também não vai ficar brigando por tudo, mas no fundo a gente vai acumulando situações, sentimentos, e ainda mais conclusões.

A gente desconfia, da escola, do vizinho, do banco, até da família, mas não existe desconfiança maior do que aquela que mexe com o nosso coração.

Esta sim inferniza, nossa, ela vai e vem , nos segue, fica buzinando no nosso ouvido, especulando fatos, gritando outros atos, pedindo, e reclamando.

Ela nos testa, estressa, magoa...! Mais uma vez fecha-se o clico, até onde isso é saudável, ate onde vamos aguentar?

Pois é, por mais que não queiramos, acabamos por querer desvendar o quebra - cabeça, soma-se daqui, observa-se de lá...e assim vai se desvendando...claro que a gente torce pra todas as peças estarem certas, quem quer ver o jogo as avessas? Só de pensar nossa ,já nem quero mais brincar!

É muito difícil confiar plenamente em alguém, mas como é simples perder este elo, ele tão sensível, tão inerente e a gente nem se da conta.

Quando a gente confia a gente entrega nossos segredos, a alma passa de corpo pra corpo, nasce um arco - íris multicor...não queremos ver a tempestade, queremos meditar na paz deste efeito! Mas basto uma nuvenzinha chata e BUM...começou a trovoada...

Acredito que seja impossível confiar em alguém full time, poxa as pessoas mudam, elas querem coisas diferentes sempre, elas se enchem, ficam alegres com o que nem achavam mais graça...

E também...nossa cabeça não para, até que ponto criamos uma situação...interpretar todo mundo pode, imaginar também, mas até tudo isso ser comprovado verdadeiro, aí sim tá o grande lance do jogo.

Mas o que fazer? Eu por mais cafona que seja ainda paro, fico em silêncio, analiso, analiso dinovo, respiro...escuto as batidas do coração , me auto questiono, busco aquilo que parecia não existir ali. Somo fatos, monto imagens, escuto canções, decifro letras...

Sozinha...me coloco a caricaturar situações, invenções, realidades, tempo, noções, medos, alegrias, e nesta balburdia sentimental encontro folêgo, nem sempre todas as respostas , mas ao menos vejo a paisagem outras vez, mais ampla, clara, ainda com sombras, mas sou capaz de encontrar nelas pinceladas mais sutis...

Eu aprendi a confiar, mas isso não me anula a querer continuar entendendo os desenhos, acreditando que suas cores se desgastem..que retoques precisem ser refeitos, que a moldura possa ter trincado....

domingo, 14 de dezembro de 2008

Aparece assim...


Quando ele vem...entra sem bater na porta, não pede licença , nem quer saber se está fazendo bem ou mal..
Ele entra penetra no corpo, envolve a alma, martiriza o ser, domina a sanidade...
Ele grita num silêncio interminavel, e envolve por completo sem que haja dúvida de sua presença...
Ele não premedita, haje,controla.
Faz a gente suspirar, e crer no que virá, mas como mágica nos submete a nada, a crer na inexistência de qualquer resolução...
Nos faz refém...escravos de um não saber, que cresce a cada pensamento, gesto, respiração
É assim , até que algo se transforme...traga a resposta...um acalento , uma luz meio a tanta escuridão...
Ele é assim, existe, aparece sem avisar e faz de nós pequenos...calados, sem rumo...
MEDO...é o nome dele...

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Cuide-se!


A mulher precisa de cuidados...
Sejam eles estéticos ou para seu próprio organismo...
A mulher é feita de tamanha delicadeza que o mínimo fora do lugar a modifica, a transforma...a prejudica!
A mulher é sensível precisa constantemente de cuidado...carinho...respeito.
A maioria das mulheres vive uma vida loca, com mil tarefas a serem realizadas, sem tempo pra nada e muito menos para si mesma.
Se esquece que seu corpo não acompanha este ritmo frenético e padece...
Temos hoje muitas mulheres morrendo de câncer de mama, útero...cheia de pequenas infecçoeszinhas não cuidadas que resultam em grandes problemas...
Como alguém tão especial e necessária pode não se cuidar?
É chego a entender...mas acho que no momento não podemos e mais aceitar...antes de mais nada precisamos de saúde...de vida....de nossa beleza reluzente...lúcida, bem trata!
Vc mulher...se cuide...visite o médico...decore sua aura...!
Seja sim linda....mas principalmente de dentro para fora.